Somos a ponte de amor que liga e atravessa cada coração. União, não há outro caminho!
domingo, 23 de agosto de 2015
domingo, 16 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
ENTREVISTA COM O IHALEAKALA HEW LEN - Ph.D,
Criador do Ho'oponopono
Por Cat Saunders
Como demonstrar gratidão a alguém que lhe ajudou a ser livre? Como demonstrar gratidão a um homem cuja gentileza de espírito, e agudeza nas declarações, alterou completamente o curso de sua vida? Ihaleakala Hew Len é a pessoa que significa tudo isso para mim. Como um irmão de alma que aparece inesperadamente num momento de necessidade, Ihaleakala entrou em minha vida em março de 1985, um ano de grandes mudanças para mim. Eu o conheci durante um curso chamado Self I-Dentity Through Ho'oponopono, no qual ele era facilitador, juntamente com a nativa havaiana e kahuna (“guardiã do segredo”) Morrnah Nalamaku Simeona, já falecida.
Para mim, Ihaleakala e Morrnah fazem parte do ritmo da vida. Embora eu sinta um grande amor por eles, não consigo vê-los como simples pessoas, porque a forma com que eles influenciam minha vida vem através de um vigoroso pulsar, como o som de tambores africanos na noite. Recentemente, tive a honra de ser convidada a entrevistar Ihaleakala pela Foundation of I, Inc. (Freedom of the Cosmos), organização fundada por Morrnah. Mas minha maior honra foi saber que ele estaria vindo do Havaí especialmente para encontrar-se comigo.
Dr. Ihaleakala S. Hew Len é presidente e administrador da Fundação. Juntamente com Morrnah, ele vem trabalhando com milhares de pessoas há muitos anos, inclusive com grupos das Nações Unidas, UNESCO, Conferência Internacional pela Paz Mundial, Conferência da Medicina Tradicional Indígena, Curadores pela Paz na Europa, e da Associação dos Professores do Estado do Havaí. Tem também uma larga experiência no tratamento de pessoas mentalmente enfermas, com criminosos doentes mentais e suas famílias.
Todo o seu trabalho como educador é permeado e tem como suporte o processo Ho'oponopono.
Ho’oponopono significa simplesmente “acertar o passo” ou “corrigir o erro”. De acordo com os antigos havaianos, o erro provém de pensamentos contaminados por memórias dolorosas advindas do passado. Ho'oponopono oferece uma forma de liberar a energia desses pensamentos dolorosos, ou erros, os quais causam desequilíbrio e enfermidades.
No desenrolar do processo Ho'oponopono, Morrnah foi orientada a incluir as três partes do eu, que são a chave para a Auto-identidade. Essas três partes, presentes em cada molécula da realidade, são chamadas de Unihipili (criança/subconsciente), Uhane (mãe/ consciente) e Aumakua (pai/superconsciente). Quando esta “família interna” encontra-se alinhada, a pessoa está em sintonia com a Divindade, acontece o equilíbrio e a vida começa a fluir. Assim, Ho'oponopono auxilia na restauração do equilíbrio, primeiramente no individuo e depois em toda a criação.
Ao me apresentar este sistema tríplice, juntamente com o mais poderoso processo de perdão que eu conheço (Ho'oponopono), Ihaleakala e Morrnah ensinaram-me o seguinte: a melhor maneira de trazer cura para cada aspecto de minha vida, e para o universo inteiro, é assumir 100% de responsabilidade e trabalhar comigo mesma. E ainda aprendi com eles a simples sabedoria do total auto-cuidado. Como disse Ihaleakala, em sua nota de agradecimento após nossa entrevista: “Cuide bem de você. Se fizer isso, todos serão beneficiados.”
Certa vez, Ihaleakala ausentou-se uma tarde inteira, bem no meio de um curso do qual eu participava, simplesmente porque sua Unihipili (criança/subconsiente) pediu para ir ao hotel e tirar uma longa soneca. É claro que ele assumiu sua responsabilidade antes de se retirar, e Morrnah estava lá para dar prosseguimento ao trabalho. Fiquei impressionada com sua atitude. Para alguém como eu, criada numa família que ensinava a sempre colocar os outros em primeiro lugar, a ação de Ihaleakala foi no mínimo surpreendente e divertida. Ele tirou sua soneca e deu uma lição inesquecível de auto-cuidado.
Cat: Ihaleakala, quando conheci você, em 1985, eu havia recém começado a trabalhar com consultas individuais, depois de ter sido conselheira em agências durante quatro anos. Lembro-me de você dizer: “Toda terapia é uma forma de manipulação.” E eu pensei: “Cruzes! O que é que vou fazer agora?” Eu sabia que você tinha razão, e quase desisti da idéia! É claro que continuei, mas aquela sua colocação mudou completamente minha forma de trabalhar com as pessoas.
Ihaleakala: A manipulação acontece quando eu (o terapeuta) chego com a idéia de que você está doente e eu vou trabalhar em você. Coisa muito diferente é quando acredito que você veio até mim para me trazer uma oportunidade de olhar o que está acontecendo comigo. Nesse caso não acontece a manipulação.
Se a terapia for baseada em sua crença de que você está ali para salvar o outro, curar o outro ou orientar o outro, a informação que você traz emerge do intelecto, da mente consciente. Mas o intelecto não é habilitado para entender e abordar problemas. O intelecto não tem a menor condição de solucionar problemas! Ele é incapaz de compreender que, quando uma situação problemática é solucionada por transmutação (como no caso de Ho'oponopono e outros processos semelhantes), não só a situação fica resolvida, mas tudo o que estiver relacionado com ela, atingindo níveis microscópicos e estendendo-se até o início dos tempos.
Sendo assim, penso que a pergunta mais importante a ser feita é: “O que é um problema?” Se você faz uma pergunta como esta, não há clareza. E como não há clareza, eles inventam uma forma de resolver o problema...
Cat: ... como se o problema estivesse “lá fora”.
Ihaleakala: Sim. Por exemplo, outro dia recebi um telefonema de uma mulher, cuja mãe estava com 92 anos. Ela disse: “Minha mãe está com uma horrível dor nos quadris já faz muitas semanas.” Enquanto a mulher falava comigo, eu fazia a seguinte pergunta à Divindade: “O que está acontecendo comigo para ter causado a dor nesta senhora? Como posso resolver este problema dentro de mim?” As respostas vieram e eu fiz o que me foi solicitado.
Pode ser que uma semana depois a mulher me ligue para dizer que sua mãe está melhor. Isto não significa que não haverá reincidência do problema, porque pode haver causas variadas para aquilo que parece ser o mesmo problema.
Cat: Tenho acompanhado muitos casos de doenças crônicas e dores recorrentes. Trabalho com elas o tempo todo, usando Ho'oponopono e outros processos de clarificação, a fim de reparar toda dor que causei, desde o início dos tempos.
Ihaleakala: Sim. A idéia é que pessoas como nós estão justamente trabalhando em profissões de cura porque já causaram muita dor por aí.
Cat: Que coisa!
Ihaleakala: Não é maravilhoso a gente saber disso? E ainda atendermos pessoas que nos pagam por lhes ter causado problemas!
Eu disse isso a uma mulher em Nova York, e ela exclamou: “Meu Deus, se pelo menos eles soubessem!” Mas, como você vê, ninguém sabe. Psicólogos, psiquiatras continuam acreditando que a função deles é ajudar a curar o outro.
Vamos supor que você veio me consultar. Eu peço à Divindade: “Por favor, o que quer que esteja acontecendo dentro de mim que causou esta dor na Cat, diga-me como posso corrigir.” E então vou ficar continuamente aplicando a orientação recebida, até que a sua dor vá embora, ou até você me pedir que eu pare. O importante não é propriamente o efeito, mas chegar ao problema. Essa é a chave.
Cat: Você não focaliza no resultado porque isto não é de nossa competência.
Ihaleakala: Certo. Nós só podemos fazer o pedido.
Cat: E nós também não sabemos quando uma determinada dor ou doença vai se alterar.
Ihaleakala: Pois é. Digamos que se recomendou a uma mulher o tratamento com certa erva, a qual não está surtindo efeito. Novamente a questão: “O que acontece dentro de mim que faz com que esta mulher não receba os benefícios da erva?” E eu vou trabalhar com isso. Vou limpar e ficar de boca fechada, permitindo que o processo de transmutação se opere. Quando acontece de você se apegar a seu intelecto, o processo é interrompido. A coisa mais importante a ser lembrada, no caso de um trabalho de cura não surtir efeito, é aceitar a possibilidade de a causa do problema estar em erros múltiplos, em múltiplas questões e memórias dolorosas. Nós não sabemos nada! Só a Divindade sabe o que está acontecendo.
No mês passado, fiz uma apresentação em Dallas. Na conversa com uma mestra em Reiki, perguntei-lhe: “Quando alguém lhe vem com um problema, onde você vai encontrá-lo?” Ela me olhou intrigada. E eu disse: “Em você. Porque foi você quem causou o problema, e o seu cliente vai lhe pagar pela cura de um problema que é seu!”
Cat: 100% de responsabilidade.
Ihaleakala: 100% de consciência de que foi você quem causou o problema. 100% de consciência de que é sua a responsabilidade corrigir o erro. Imagine o dia em que todos nós formos 100% responsáveis!
Como vou convencer as pessoas de que nós somos 100% responsáveis pelos problemas? Se você quer resolver uma situação problemática, trabalhe-a em si próprio. Se a questão está ligada a outra pessoa, pergunte a si mesmo: “O que há de errado comigo que está levando esta pessoa a me incomodar?” Aliás, pessoas só aparecem na sua vida para lhe incomodar! Quando você sabe disso, pode superar qualquer situação e se libertar. É simples: “Sinto muito por tudo que está acontecendo. Por favor, perdoe-me.”
Cat: Na verdade, você não precisa lhes dizer isto em voz alta, e nem mesmo precisa entender o problema.
Ihaleakala: Aí está a beleza de tudo. Você não tem que entender. É como a Internet. Você não entende nada de como funciona! Você apenas chega até a Divindade e diz: “Vamos dar um download?” A Divindade então proporciona o download e você recebe toda a informação. Mas, como nós não sabemos quem somos, nunca damos o download direto da Luz. Vamos buscar fora.
Sempre me lembro do que Morrnah dizia: “É um trabalho interno.” Se você quer ter sucesso, trabalhe internamente. Trabalhe em você mesmo!
Cat: Reconheço que a única coisa que funciona é ser 100% responsável. Mas houve um tempo em que questionei isto, porque eu era uma pessoa do tipo super responsável, que cuidava de muita gente. Quando lhe ouvi falar sobre os 100% de responsabilidade, não apenas por mim mesma, mas por todas as situações e problemas, pensei: “Parado lá! Isso é pura loucura! Não preciso que ninguém venha me dizer para ser ainda mais responsável!” O que aconteceu foi que, quanto mais eu refletia sobre isso, mais fui descobrindo que há uma grande diferença entre um super responsável cuidado com o outro e um total cuidado comigo mesma. O primeiro tem a ver com ser uma boa menina, e o segundo, com ser livre.
Lembro-me de quando você contou sobre a época em que trabalhou como psicólogo na ala para loucos criminais no Hospital Estatal do Havaí. Disse que quando começou a trabalhar lá, havia muita violência entre os internos e que, depois de quatro anos, tudo ficou em paz.
Ihaleakala: Basicamente, assumi 100% de responsabilidade. Só trabalhei comigo mesmo.
Cat: É verdade que, durante todo aquele tempo, você não teve contato com nenhum dos internos?
Ihaleakala: É verdade. Eu só entrava no pavilhão para verificar os resultados. Se eles ainda apresentavam problemas, eu ia trabalhar mais um pouco comigo mesmo.
Cat: Você poderia contar uma história sobre a utilização do Ho'oponopono nos, assim chamados, objetos inanimados?
Ihaleakala: Certa vez, eu estava num auditório, preparando-me para dar uma palestra, e eu conversava com as cadeiras. Então, perguntei: “Há alguém aí que eu tenha esquecido? Alguém entre vocês gostaria de expor algum problema que exija cuidado de minha parte?” Uma das cadeiras respondeu: “Sabe, hoje num seminário anterior, havia um rapaz sentado em mim, o qual sofria com problemas financeiros, e agora estou me sentindo péssima!” Tratei de limpar aquele problema e logo pude ver a cadeira se endireitando e dizendo: “Ok! Estou prontinha para acomodar o próximo!”
Na verdade, o que eu tento fazer é ensinar a sala. Costumo dizer para a sala, e tudo o que há nela: “Vocês querem aprender o Ho'oponopono? Afinal, breve irei embora, e não seria ótimo se todos vocês pudessem dar continuidade a este trabalho?” Alguns respondem sim, outros respondem não, e há aqueles que dizem: “Estou muito cansado!”
Então, pergunto`a Divindade: “Para aqueles que dizem que querem aprender, como posso ensiná-los?” Na maioria das vezes, a resposta é: “Deixe o livro azul (Self I-Dentity Through Ho'oponopono) com eles.” E é o que faço. Enquanto estou falando, deixo o livro azul em cima de alguma cadeira ou mesa. Não costumamos acreditar que as mesas ficam ali, quietas e atentas a tudo o que esta ocorrendo ao seu redor!
Ho'oponopono é muito simples. Para os antigos havaianos, todos os problemas começam com o pensamento. Mas o problema não está no simples pensar. O problema ocorre quando nossos pensamentos estão impregnados de memórias dolorosas a respeito de pessoas, lugares ou coisas.
O trabalho intelectual por si só não é capaz de resolver estes problemas, porque a função do intelecto é de apenas administrar. E não é administrando as coisas que se resolvem problemas. Você quer é se livrar deles! Quando você faz Ho'oponopono, o que acontece é que a Divindade pega os pensamentos dolorosos e os neutraliza ou os purifica. Não se trata de neutralizar ou purificar a pessoa, o lugar ou a coisa. O que fica neutralizada é a energia que está associada a pessoa, lugar ou coisa. Portanto, o primeiro estágio de Ho'oponopono é a purificação da energia.
Então, eis que algo maravilhoso acontece. A energia não é apenas neutralizada; ela é também liberada, e tudo fica limpo. Os budistas chamam de Vazio. O último passo é permitir que a Divindade entre e preencha o vazio com luz.
Para fazer Ho'oponopono, você não precisa saber qual é propriamente o problema ou o erro. Você só tem que se dar conta de que está tendo um problema, seja ele físico, mental, emocional ou qualquer outro. Tão logo você o perceba, é sua responsabilidade começar imediatamente a limpeza, dizendo: “Sinto muito. Perdoe-me, por favor.”
Cat: Quer dizer que a verdadeira função do intelecto não é resolver problemas, mas pedir perdão.
Ihaleakala: Sim. Eu tenho duas tarefas neste mundo. A primeira é, antes qualquer outra coisa, cuidar da limpeza. E a segunda é despertar as pessoas que estão adormecidas. Quase todo mundo está adormecido! Mas a única maneira de fazê-las despertar é trabalhando comigo mesmo! Esta nossa entrevista serve de exemplo. Durante as semanas que precederam nosso encontro, estive fazendo o trabalho de clarificação, de modo que, quando nos encontrássemos, fôssemos como dois lagos juntando suas águas. Eles se unem e vão em frente. Só isso.
Cat: Nesses dez anos que faço entrevistas, esta foi a primeira vez que não me preparei. Toda vez que tentava fazê-lo, minha Unihipili dizia que eu devia apenas vir e estar com você. Meu intelecto fez de tudo para me convencer de que eu tinha que me preparar, mas eu não dei ouvidos.
Ihaleakala: Melhor pra você! A Unihipili, às vezes, é muito engraçada. Certo dia, eu ia descendo por uma estrada no Havaí. Quando me preparava para pegar um declive à direita, por onde eu sempre passava, ouvi a voz melodiosa de minha Unihipili: “Se eu fosse você, eu não descia por aí.” E eu pensei: “Mas a gente sempre vai por aí.” E continuei o meu caminho. Uns cinqüenta metros adiante, ouvi de novo: “Ei! Se eu fosse você, eu não descia por aí!” Segunda chance. “Mas a gente sempre vai por aí!”
Nessa hora, a nossa conversa já era em voz alta e as pessoas nos carros próximos me olhavam achando que eu era um louco. Andei mais 25 metros, e ouvi um estrondoso: “Se eu fosse você, eu não descia por aí!” E eu fui por lá. E lá acabei ficando parado por duas horas e meia. Por causa de um enorme acidente, estava tudo congestionado. Não se podia ir nem para frente nem para trás. Ai, ouvi minha Unihipili dizer: “Não falei?!” E ela ficou sem conversar comigo um tempão. E com razão. Por que falar comigo se eu não a ouvia?
Lembro-me uma vez, quando me preparava para ir à televisão falar sobre Ho'oponopono. Meus filhos olharam para mim e disseram: “Pai, ficamos sabendo que você vai aparecer na TV. Vê lá se põe umas meias que combinam!” Eles não se preocuparam com o que eu ia falar. Eles só estavam preocupados com as minhas meias. Você vê como as crianças sabem o que é realmente importante na vida?
* * *
Esta entrevista foi originalmente publicada por
The New Times, em setembro de 1997.
Para mais informações sobre Ho'oponopono e contato com Ihaleakala Hew Len, Ph.D,
visite o site www.hooponopono.org.
http://www.luzdegaia.org/aajuda/len.htm
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quinta-feira, 30 de julho de 2015
Sonho - Clarice Lispector
"Tenho cabeça, coração e me respeito. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje, amanhã já me reinventei. Sou complexa, sou mistura. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar. Não me doo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos." Clarisse Lispector
O Sonho
Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.
Clarisse Lispector
GRANDE ESPÍRITO
Grande espírito, meu Criador, que conhece cada uma das minhas dores, que
ouve cada prece.
Seja minha Paz. Seja meu abrigo. Seja minha rocha.
Quando meu mundo está se despedaçando e meus pés não conseguem me sustentar,
quando meu coração está todo espalhado em pedaços na areia, quando não há volta
nas escolhas que eu fiz,
Eu correrei para o teu rio, mergulharei nas tuas águas até que me afogue nas
águas lodosas e me eleve claro e limpo.
Grande espírito, meu Criador, que conhece cada uma das minhas fraquezas,
que mesmo assim me ama. Seja minha rocha. Seja meu abrigo. Seja minha paz.
Quando finalmente eu encontrar minhas lágrimas e me sentir enterrado em
dor, quando eu levantar minha cabeça e puder ver o que ganhei, quando eu olhar
para o meu coração e lá encontrar o tesouro, eu vibrarei até que as portas se
abram completamente, libertarei este viajante exausto e nu, repousarei na
confiança de que estás lá.
Grande espírito, meu Criador, que conhece cada uma das minhas dores, que
ouve cada prece.
Seja minha rocha. Seja meu abrigo. Seja meu descanso.
ORIGINAL
"Thank You for
Sheltering Me"
Great Spirit, my Creator -
Who knows my every pain, Who hears every prayer -
Be my peace. Be my shelter. Be my rock.
When my world is crumbling and my
feet no longer stand, When my heart is scattered wide in pieces on the sand,
When there is no turning back in choices I have made -
I will rush unto your river, I will plunge into your waters 'til I drown within
its muddy pools and rise up clear and clean.
Great Spirit, My Creator- Who knows my every weakeness, Who loves me still the
same -
Be my rock. Be my shelter. Be my peace.
When at last I find my tears and feel the buried pain, When I raise my weary
head and see what I have gained,
When I look into my heart and find the treasure there -
I will fling the gates wide open, I'll unleash this weary traveler, I'll bare
my soul, and naked, lie in trust that you are there.
Great Spirit, my Creator - Be my rock. Be my shelter. Be my rest.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
NADA DE DETOX:
6 PASSOS
PARA UMA DIETA SAUDÁVEL
Quem quer emagrecer de forma saúdavel deve seguir a máxima
da nutricionista Bia Rique: nada de dieta detox.
"As pessoas precisam eliminar a dualidade do tudo e nada, pois não é
possível passar a vida toda fazendo dieta para chegar aos 60 anos com 30 quilos
a mais", ilustra.
Ainda
segundo Bia, a dieta Detox é a nova febre brasileira. "Não
que eu seja contra, mas é preciso mostrar que mais importante de todo o
processo de emagrecimento é mudar oshábitos
alimentares de maneira
geral, construindo novos costumes e eliminando velhos vícios", afirma a
nutricionista que utiliza o título do próprio livro para elucidar melhor a
questão, "nós devemos ‘comer para emagrecer’ e não viver a base de
dietas", completa.
Para quem quer apostar em novas práticas alimentares, a
médica explica que a
alimentação
mediterrânea, por exemplo, pode ser considerada uma forma cultural de dieta
alimentar balanceada, mas não representa um método de perda de peso, mas uma
maneira de manter a longevidade. Ou seja, pelo impacto psicológico as dietas desintoxicantes até
podem ser interessantes, mas só se elas servirem de transição para te levar a
hábitos duradouros. "Não adianta fazer uma dieta radical e ficar pensando em tudo
o que você vai comer quando que ela terminar", afirma.
Está brigando com a balança e quer uma ajudinha para
perder os quilinhos extras? A nutricionista Bia Rique mostra o caminho das
pedras para você.
Reconhecer a fome - Só coma quando estiver com fome. Quando você come sem
fome, não consegue reconhecer quando está saciada. A fome é uma bússola útil
para reconhecermos a saciedade, no entanto se você estiver com fome demais,
perde o controle.
Buscar a saciedade nos alimentos certos - Inicie todas as refeições com alimentos que promovem
saciedade. As saladas cruas, portanto, sempre devem ser consumidas antes da
refeição, por aqueles que desejam emagrecer.
Não pense apenas nas calorias de um alimento, mas sobretudo na saciedade que
ele promove. Por isso, evite alimentos processados, sem fibras, que muitas
vezes, mesmo que sejam pouco calóricos lhe deixam com fome. Os alimentos que
mais saciam são aqueles que têm fibras e água, como saladas cruas, e vegetais
cozidos.
Planejamento - Crie o hábito de planejar não apenas o cardápio de sua
casa e a compra dosalimentos saudáveis, mas também tudo que vai comer
quando vai a um restaurante ou uma festa. O planejamento é essencial, pois nos
ajuda a não ficarmos tão vulneráveis mediante as guloseimas.
Olhar para dentro de si mesmo - Descubra quais são seus pontos fracos na alimentação. Se
você não resiste ao chocolate, não tenha-o em casa neste momento, e se costuma
abusar em determinadas horas do dia preencha este horário com outras
atividades.
Transforme sua cozinha - Não pense em transformar apenas sua cabeça e seu corpo,
mas também sua cozinha. Tenha sempre vegetais crus picados (receitas de
crudités) em tacinhas na geladeira, com um molho de iogurte também em tacinhas.
Além disso, tenha também frutas pouco calóricas como melão, melancia e morango
picados, mas não abuse, pois o excesso de frutas pode engordar. Ou seja, sua
geladeira e sua cozinha devem ser uma vitrine de alimentos saudáveis
apresentados de forma bonita e apetitosa.
Abusos programados - Permita-se alguns "abusos programados". Evite
se iludir que sua dieta será sempre perfeita, e planeje os possíveis erros ou
abusos. Descubra quais alimentos tem um significado especial para você e
estabeleça uma quantidade mínima para consumir por semana. Quando reconhecemos
nossas vulnerabilidades, se torna mais fácil não sucumbir a elas! Por exemplo,
se no final de semana você tem uma festa onde terá várias comidas e bebidas que
gosta, coma uma salada ou uma sopa antes de ir e lá, depois de moderar as
escolhas, se permita um "abuso", seja ele uma bebida, ou um doce.
Desta forma você se permite o prazer e evita o famoso "já que eu comi
isso, não vou comer aquilo...".
Por Paula Perdiz
http://www.vilamulher.com.br/bem-estar/nutricao/nada-de-detox-6-passos-para-uma-dieta-saudavel-11-1-70-535.html
sábado, 11 de julho de 2015
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